A confeitaria muda o tempo todo. Quem olha de fora pode achar que é só bolo, mas por trás existe pesquisa, técnica e muita inovação.
Tenho acompanhado algumas tendências que acredito que vieram para ficar. Uma delas é o doce mais saudável, com menos açúcar e opções para quem tem restrições.
Outra é a personalização. Cada vez mais, as pessoas querem doces que contem a sua história, que tenham a sua cara.
“O futuro da confeitaria não é padronizar, mas personalizar.”

Mas há também algo que eu nunca deixo de lado: o sabor. Porque, no fim, não importa se o bolo é moderno ou clássico, ele precisa emocionar.
Eu gosto de misturar o novo com o tradicional. Trazer técnicas modernas, mas sem perder o toque caseiro que aprendi em Bueno Brandão.
Essa mistura é, para mim, o futuro da confeitaria. Um futuro que respeita a origem, mas olha adiante.
E tenho certeza de que é nesse equilíbrio que vou continuar construindo minha história.

